sexta-feira, 15 de março de 2013

Componentes da Chapa VOZ ATIVA - DCE UFGD



Componentes da Chapa




1. Vinicius Oliveira Silva (Artes Cênicas)

2. Fernanda Casagranda (Nutrição)
3. Janderson de Souza Leal (Engenharia de Alimentos)
4. Ana Paula Bitencourt Nugoli (Economia)
5. Thais Maria Gonçalves Rocha (Gestão Ambiental)
6. Nélio Rodrigo Ojeda Canteiro (Engenharia Agrícola)
7. Lucas dos Reis Vieira (Agronomia)
8. Samuel Menino (Direito)
9. Patrick Vieira de Souza (Letras)
10. Luana Leichtweis Vieira (Ciências Biológicas)
11. Maycon Roberto da Silva (Engenharia de Alimentos)
12. Mariana Queiroz Velter (Matemática)
13. Alessandra Domingos de Souza (Pedagogia)
14. Fábio de Lima (Geografia)
15. Gracia Sang a Yang Lee (Relações Internacionais)
16. Carlos Eduardo Martins Fontes (Medicina)
17. Vitor de Souza França (Educação Física)

quarta-feira, 13 de março de 2013

Dia 28 de Março Vote Chapa Voz Ativa


        Olá pessoal, não se esqueçam! Dia 28 de Março teremos às eleições para o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados, o DCE-UFGD.
     Este é o seu momento de decidir quem irá representar os seus interesses, e fazer com que suas reivindicações e necessidades, em qualquer área onde se sinta prejudicado, ganhem forças para lutas constantes por melhorias em benefícios de todos.
          Sendo assim, conheça a nossa proposta que está disponível em postagens anteriores.
        A Chapa Voz Ativa é formada por acadêmicos de vários cursos, que assim como você, compreende as dificuldades que nós acadêmicos sofremos, e que busca empenhar-se a sentido de construir um DCE de todos e para todos!

Saudações!

sábado, 9 de março de 2013

Plano de Gestão - Movimento Estudantil


Nós estudantes somos uma categoria social que vivencia uma realidade específica. A partir dessa realidade social é que surge a sua organização e sua intervenção na sociedade. Nós entendemos ser um dos papeis mais importantes de uma gestão de DCE o incentivo à organização estudantil de base, tendo em vista que a vida acadêmica é temporária e que é importante para ao ME renovar-se para dar continuidade ao movimento. Para isso é necessário recuperar nossa história, conhecer nossas demandas e nos organizarmos para estabelecer um processo de formação crítica dos estudantes.

Assistência Estudantil



Partindo do ideal de que a essência de uma universidade são os estudantes, é de grande interesse da sociedade que os esses concluam seu processo de formação acadêmica com excelência.  Mas para isso a universidade deve se incumbir das necessidades primordiais dos estudantes, que incluem: Moradia Estudantil, Bolsas Permanência, Auxilio alimentação e a defesa de um Restaurante Universitário (RU) publico e de qualidade, já que boa parcela dos estudantes enfrentam diversas e inúmeras dificuldades para entrar no ambiente universitário e permanecer nele. Já existe uma demanda de assistência estudantil maior do que a oferta, com a nova lei de cotas a tendência é que esse processo aumente ainda mais. Por isso se torna vital a expansão massiva dos programas de assistência estudantil.
Esta política é fundamental para contribuir com o processo de crescimento do país. Vivemos na sociedade do conhecimento onde o principal ativo não é mais o trabalho material. O principal ativo é o trabalho imaterial, é o conhecimento. Não é possível que os estudantes tenham diferenças de condição para se formar. É óbvio que um estudante que precise trabalhar para poder permanecer na universidade terá uma formação menos adequada do que aquele que pôde ocupar seu tempo apenas com o estudo.
Por esta razão, as Políticas de Assistência Estudantil precisam ser efetivas, tem que ter moradia para todos e todas que precisem. As Bolsas Permanência tem que aumentar o seu valor, o Auxílio Alimentação tem que permanecer, porque os estudantes não farão todas as suas refeições no RU, inclusive o Restaurante Universitário precisa constantemente buscar melhorar a qualidade das refeições que oferece.
A assistência estudantil constitui um conjunto de políticas públicas que servem para democratizar, horizontalizar e melhorar a qualidade da permanência na universidade. O resultado dessas ações é um conjunto de estudantes mais preparado e melhor formado para ocupar as vagas no mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que privilegia a esta pessoas uma vida universitária melhor.

Estatuinte


O estatuto do DCE representa a organização administrativa e jurídica da entidade, e como tal ele deve ser eficiente, claro e amplamente conhecido pelos estudantes. Acreditamos que a reforma do estatuto deva partir e ser elaborada pelos acadêmicos. O meio previsto para tal reforma é a Assembleia ou Congresso estatuinte, defendemos que esse tema seja discutido pelo Conselho de Entidades de Base (CEB), que elabore as diretrizes básicas para tal reestruturação.

Democracia Participativa


A paridade para as consultas prévias foi estabelecida logo após a implantação da UFGD, essa foi uma conquista da comunidade acadêmica. No último período o sistema de paridade foi questionado por setores do corpo docente da instituição, estes defendiam a volta do sistema em que 70% do peso dos votos é destinado a eles, 15% aos técnicos e discentes cada. Esse sistema autoritário defendido por uma parcela dos professores deve ser combatido pelos estudantes, pois a paridade foi uma conquista da UFGD, portanto não devemos retroceder e sim avançar no debate inclusive defender o voto universal e a paridade nos conselhos.

Infraestrutura

        O atual espaço físico do DCE se encontra muito defasado, os estudantes não o ocupam, pois neste momento não possui nenhuma funcionalidade. É fundamental uma reforma para que seja melhor utilizado. A sede do DCE deve se tornar um espaço de integração e diálogos entre os estudantes. Existem recursos da universidade que são destinados à reformas periódicas, e não precisam ser licitados. Pretendemos preitear para a administração estes recursos, mas também temos a consciência de que o DCE possui condições de manter seu espaço físico, expandi-lo e fazer as reformas necessárias, por meio de campanhas de finanças.
     Entendemos ser necessários a criação imediata de um ambulatório e\ou um centro de atendimento de urgência, para atender a demanda na cidade universitária.
     O restaurante universitário foi uma conquista dos estudantes, mas com a expansão da universidade este já se torna pequeno, sendo importante sua ampliação. A UFGD possui um plano de expansão do R.U, destacamos a relevância de agilizar o processo de expansão. Demandamos também a criação de bibliotecas setoriais nas Faculdades, para facilitar o acesso dos estudantes às bibliografias base dos cursos e requeremos a melhoria do acervo e do arranjo físico da biblioteca central.
     A falta de acessibilidade é um problema enfrentado pelos estudantes. A universidade não está preparada para receber estudantes portadores de necessidades especiais. Falta infraestrutura para possibilitar o acesso deste estudante dentro do ambiente acadêmico. Os programas de acessibilidade são insuficientes. Com o aumento da demanda discente é necessário que se reveja a estrutura da universidade para que essa parcela seja beneficiada por um ensino de qualidade. Sabendo que Dourados é modelo em educação especial, portanto, propomos a adequação da teoria à pratica. É eminente a necessidade de a PROAE juntamente com o DCE elaborar um projeto de acompanhamento pedagógico, e estruturação espacial para viabilizar a inserção destes estudantes. Demais propostas:
  •  Reforma do DCE;
  • Implantação de passarelas entre os blocos;
  • Melhorias de iluminação no campus;
  • Requerer uma sala para o DCE no CEUD;
  • Requisitar a instalação de mais lixeiras;
  • Mapa de Riscos nos Laboratórios;
  • Melhoria do sinal de internet;
  • Criação do ponto de carona;

Transporte


A duplicação da Avenida Guaicurus é um dos temas mais relevantes para os estudantes da UFGD. A comunidade acadêmica sofre com as questões de transporte e locomoção e são recorrentes exemplos de falta de segurança, iluminação e a imprudência. Os casos de acidentes fatais nas vias de acesso à cidade universitária são comuns, já que a via é um local com grande tráfego de carros e caminhões de carga sendo ligada à cidade e a setores agropecuários, industriais e militares. Os estudantes já vêm lutando pela duplicação, iluminação e por melhorias no transporte público há um bom tempo, sem a obtenção desucesso. Por muitas vezes os estudantes se manifestaram marchando e bloqueando a Av. Guaicurus, entretanto no ultimo período os estudantes não realizaram nenhum grande protesto sobre este assunto. Nós, enquanto estudantes temos o compromisso de nos organizarmos e executarmos uma campanha de lutas pelo passe livre estudantil, melhoria do sistema público de transporte, aumento da frota de ônibus, linha direta bairro - universidade  e também pelas melhorias estruturais da Avenida.

Arte e Cultura


Atualmente, a universidade é um espaço árido para organização dos estudantes com o intuito de fomentar atividades artísticas e culturais. A União Nacional dos Estudantes no ultimo período criou o projeto das Centrais Únicas de Cultura e Arte (CUCA). Esse projeto veio com a intenção de tornar o ambiente universitário um espaço mais propício à cultura e arte. A CUCA da UNE é um projeto que vem satisfazer a falta de atividades culturais para o aperfeiçoamento humano dos estudantes, a mesma se organiza fora das instituições tradicionais dos acadêmicos (CAs, DCEs). Essa tem atividades auto-gestionadas e é organizada pelos estudantes na base.
Para o desenvolvimento cultural e artístico, torna-se necessário realizar também parcerias com órgãos de incentivo à cultura, como a Coordenadoria de Cultura (COC), SESC e Secretaria Municipal de Cultura de Dourados. Além disso, propomos:

·  Ocupar os espaços da universidade com projetos culturais, que incluam instalações artísticas, performances, exposições, etc.
·       O retorno de projetos como a Quinta Cultural;
·       Concha acústica: A implantação de uma Concha Acústica na Unidade II é fundamental para fomentar atividades artísticas e culturais e dar espaço e oportunidade para aqueles estudantes que já atuam na área. 
·      Apoio em eventos como o Festival Internacional de Teatro, Festival de Cinema, etc.

Esporte, Lazer e Convivência


Na intenção de interagir com a comunidade acadêmica de forma coletiva no âmbito da diversidade esportiva, lazer e convivência é fundamental estabelecer estratégias objetivas afim de englobar a comunidade estudantil. Sendo assim, é importante destacarmos algumas sugestões que viabilizem esse estilo de movimento, sendo elas:

Inter UFGD: no âmbito esportivo, desenvolver jogos que integrem toda a comunidade acadêmica, gerando assim anualmente uma interação dos UFGDistas sejam eles professores, alunos, técnicos ou até mesmo a comunidade externa.

Jogos Universitários: Como não existem jogos no âmbito regional que evidenciem e deem prioridade à comunidade acadêmica e gerem integração com estudantes de outras universidades, a proposta é desenvolver um campeonato que não integre somente os “UFGDistas” e sim todos os acadêmicos Douradenses, sul mato-grossenses e universitários de outros estados.
*Espaço estudantil: Além do espaço estudantil do DCE é necessário um ambiente central para fácil acesso dos estudantes. Este pode ser utilizado para eventos diversos, cursos, reuniões entres outras atividades do ME.

Centro de Convivência: Apesar de estar previsto a criação do Centro de Convivência, a comunidade acadêmica não pode esperar pela inauguração do mesmo, sendo necessário de imediato espaços alternativos para convivência e lazer dos estudantes. Tendo em vista que as outras duas categorias Universitárias (Professores e Técnicos) já possuem espaços institucionais de convivência e integração.

Comunicação


Atualmente, a falta de comunicação aumenta a distância entre as entidades (CAs, DCEs) e os estudantes. Fruto disso, é a desinformação referente às problemáticas locais que abrangem temas da universidade, e também, temas gerais envolvendo questões abrangentes a um nível mais global. Acreditamos que para reverter esta situação, necessitamos de veículos de comunicação democráticos, participativos e atrativos, para alargar a comunicação estudantil contribuindo assim para a formação de uma comunidade mais critica, questionadora e ativa na sociedade, para tal, temos as seguintes propostas:
·         Elaboração de um periódico mensal;
·         Abertura de um espaço da Radio UFGD para os estudantes;
·         Elaboração e alimentação permanente de um sitio virtual do DCE;
·         Implantação de uma caixa de sugestões em cada bloco da universidade.

Papel da Universidade na Comunidade


A universidade pouco tem retribuído à sociedade e ao investimento por ela feito, apesar disto algumas universidades realizam ações sociais, atendendo a comunidade prestando serviços básicos de assistência psicológica, jurídica, biológica, entre outras. Em suma, acreditamos que a universidade enquanto um centro de saberes deva trabalhar para que a sociedade conheça osbenefícios que esta pode propiciar e tenha ciência  de que a universidade faz parte do conjunto da sociedade.
Realização de trabalhos voluntários pelos estudantes em prol da sociedade, organizando atividades periódicas com intuito de atender a comunidade, utilizando os conhecimentos acadêmicos para sanar as duvidas e dificuldades da população, como questões legais ou mesmo de assistência técnica.
É importante destacar que dialogar com os Centros Acadêmicos e com o conjunto dos estudantes é essencial para atender e sanar possíveis dúvidas e sugestões que venhamsurgir durante a gestão, tornando-se viável a execução de tais atividades.

Meio Ambiente


O meio ambiente nada mais é do que o espaço em que vivemos, ou seja, não está ligado estritamente aos estereótipos da palavra, como árvores e rios. Pode ser compreendido como a sala de aula, o Restaurante Universitário, estacionamentos, biblioteca, enfim,tudo ao seu redor. E é nessa perspectiva que nossa proposta está relacionada, na busca por melhorias de condições no ambiente universitário que propiciem aos estudantes requisitos de vivência e democracia nesse espaço.
No entanto, pensando no sentido ecológico da palavra, e que vivemos num momento de grandes discussões no cenário mundial enquanto preservação do ambiente natural, propomos apoiar e fortalecer os grupos de discussões dentro da universidade, além de promover eventos de conscientização no que envolve esta temática, um exemplo, o Seminário Ambiental.

Pesquisa, Ensino e Extensão


A base da universidade é o tripé ensino, pesquisa e extensão. Compreendemos as características próprias de cada curso, com relação aos três eixos, partindo deste contexto, evidenciamos que o tripé do conhecimento universitário deve ser considerado e desenvolvido pela instituição com a mesma intensidade.
É cogitado no movimento estudantil tornar obrigatório a curricularização da extensão de maneira abrangente a todos os cursos da Universidade, tornando-se um benefício para a sociedade. Dando retorno ao investimento que lhe foi atribuído às universidades, pois quem é o grande financiador da educação pública no Brasil é o povo brasileiro. Tornando o estudante mais crítico com as questões sociais. 

Calourada


A recepção dos calouros consiste em elaborar uma integração com os novos vestibulandos, dando lhes uma noção do ambiente acadêmico. Nosso objetivo é integrar veteranos e calouros. Acreditamos ser de extrema importância o desenvolvimento de uma Cartilha do Calouro com várias informações referentes às entidades: CA, DCE, UEE, UNE, Executivas e federações de cursos, além dos espaços deliberativos como Assembleias Gerais, Congressos Estudantis, Conselhos de base, CEB, CONUNE, COUNE. Bolsas concedidas pela universidade (PIVIC, PIBID, PET, Programa Pró-Estágio, Monitoria, Bolsa Permanência, Auxilio alimentação entre outros). Com o intuito de levar informações aos novos acadêmicos, a respeito dos temas referentes à Universidade e ao Movimento Estudantil.

Diversidade e Combate às opressões


O preconceito fere a vítima, mas acima de tudo retira do agressor sua principal virtude: a humanidade.

·         Combate a Homofobia
              
Vivemos num espaço em que muitas culturas se digladiam e estão em constante atrito. Porém, compreender o próximo e a sua necessidade de afirmação tal como é, faz-se necessário nesse mundo de multiplicidades e diversidades.
O público LGBT teve muitas de suas reinvindicações atendidas em questões sociais, no entanto, muito ainda se pretende avançar. E quanto à universidade?
Dentro da universidade, esse público também precisa de espaço para discutir suas lutas e reivindicar junto ao movimento estudantil, sem que sua identidade seja um motivo de afastamento. Assim, propomos grupos de discussão na universidade quanto a temática e a realização de um evento que propicie à comunidade acadêmica compreender o que esse movimento tem enquanto cultura entrelaçado ao meio social.

·         Combate ao machismo

Este tema vem enfrentando grandes discussões dentro dos meios de comunicação. Desde a criação da lei Maria da Penha muito avanço foi obtido em relação ao combate a essa prática. Porém, necessita-se estar em constante discussão e reavaliação do que fazemos na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Dentro da universidade, propomos a conscientização e o fomento da discussão sobre o papel feminino como constructo histórico e social e a realização de atividades que deem suporte para que possamos erradicar essa prática e construir uma universidade que esteja presente e auxilie na erradicação do machismo.


                                                                                              Estudantes da UFGD, uni-vos